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	<title>Moderna Educacional</title>
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	<description>Pós-graduação, Complementação Pedagógica e Graduação a Distância</description>
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		<title>Tecnologia veio para ficar na educação, diz secretário de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 13:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Há 1,5 milhão de alunos entrando diariamente na plataforma desenvolvida pelo governo estadual de São Paulo para que os jovens da rede pública não fiquem sem acesso a conteúdo durante a quarentena, segundo o secretário de educação de São Paulo, Rossieli Soares da Silva. Só nas escolas estaduais, há 3,5 milhões de estudantes. Além do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há 1,5 milhão de alunos entrando diariamente na plataforma desenvolvida pelo governo estadual de São Paulo para que os jovens da rede pública não fiquem sem acesso a conteúdo durante a quarentena, segundo o secretário de educação de São Paulo, Rossieli Soares da Silva. Só nas escolas estaduais, há 3,5 milhões de estudantes.</p>
<p>Além do aplicativo de aulas online, a secretaria providenciou dois canais de televisão com conteúdo todos os dias para todas as séries e disponibilzou apostilas às famílias.  “Claro que estamos aperfeiçoando, temos desafios, não chegamos a todos. Mas é muito melhor estar oportunizando algo do que não estar”, diz Rossieli  em debate do exame.talks sobre os desafios da edução pública com Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann. O bate-papo foi mediado por André Portilho, head do Exame Academy.</p>
<p>Com as medidas de isolamento adotadas para conter a disseminação da covid-19, quase 53 milhões de alunos do ensino básico estão sem aulas presenciais desde o fim de março, segundo dados da Unesco.</p>
<p>Nem todos eles, porém, puderam continuar acompanhando o conteúdo pela internet, realidade vista sobretudo entre os alunos da rede pública do país, onde a falta de recursos tecnológicos dificulta o ensino a distância. No Brasil, 30% das pessoas ainda não têm conexão com a internet em casa e, entre os que acessam a rede, 97% utilizam o celular.</p>
<p>Esse cenário de exclusão digital, segundo especialistas, tende a aumentar a desigualdade entre alunos das escolas públicas e privadas. Faltam para a rede pública dois itens básicos para reduzir essa diferença, destacaram o secretário e Mizne: conectividade e equipamentos de boa qualidade. Mas não é só isso, uma mudança de cultura também é importante, sobretudo da parte dos professores.</p>
<p>Para o secretário, existia um medo claro que a tecnologia pudesse substituir os professores, mas “não existe essa possibilidade. O GPS não substituiu o motorista. Temos oportunidade de dar um salto quântico na educação com esse suporte”, completa Rossieli. “A melhor formação está acontecendo agora. Temos exemplos impressionantes de professores que estão vendo que a tecnologia pode ser aliada, por isso acho que vem pra ficar”, diz.</p>
<p>Para o futuro, o maio desafio é mão de obra qualificada disposta a trabalhar no setor público. “Será preciso um esforço de guerra para formar a próxima geração de professores. Como vamos incentivar os melhores alunos a ingressar na rede publica? Precisamos dessas pessoas para resolver grandes problemas no setor”, diz Mizne.</p>
<p>O início da volta gradativa das aulas presenciais da rede pública de São Paulo, prevista para junho, tem sido colocado como determinante para a retomada das atividades comerciais no estado pelo governador João Doria. O chefe do estado estendeu o período de quarentena nesta sexta até 31 de maio, de acordo com anúncio feito nesta sexta-feira, 8. </p>
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		<title>Em meio a polêmicas e pandemia, inscrições para o Enem 2020 abrem hoje (11/05/2020)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 12:59:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Em meio a polêmicas sobre o cronograma do exame em meio à pandemia do novo coronavírus no Brasil, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2020 terá, a partir de hoje, as inscrições abertas, segundo a programação do Inep, instituto ligado ao MEC (Ministério da Educação) responsável pela prova. A previsão é que as inscrições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a polêmicas sobre o cronograma do exame em meio à pandemia do novo coronavírus no Brasil, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2020 terá, a partir de hoje, as inscrições abertas, segundo a programação do Inep, instituto ligado ao MEC (Ministério da Educação) responsável pela prova.</p>
<p>A previsão é que as inscrições sejam recebidas na <a href="https://enem.inep.gov.br/">página do Inep</a> a partir das 10h de hoje (11/05/2020).</p>
<p>A manutenção do cronograma da prova se dá apesar de, há cerca de dois meses, as aulas presenciais terem sido suspensas em todo o país por decretos estaduais e municipais, em uma tentativa de conter a disseminação do vírus.</p>
<p>Entidades estudantis, secretários de educação e reitores de instituições de ensino defendem o adiamento do exame sob a justificativa de que nem todos os estudantes têm condições de manter os estudos durante a pandemia ou nem sequer têm acesso às ferramentas necessárias para o ensino a distância, como celular e computadores com acesso à internet.</p>
<p>Mas, apesar crise sanitária e da suspensão das aulas, o governo Jair Bolsonaro (sem partido) defende a realização do Enem em novembro. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, chegou a acusar &#8220;a esquerda&#8221; de agir para que o exame não aconteça. Em reunião com senadores na semana passada, o ministro disse que o Enem não foi feito para corrigir injustiças.</p>
<p>A pasta passou a veicular propagandas em rádios e TVs defendendo a manutenção do exame sob o mote de &#8220;O Brasil não pode parar&#8221;.</p>
<h3>Cronograma e impasses</h3>
<p>A maior parte do cronograma que já estava previsto para o exame antes mesmo da pandemia foi mantida pelo Inep, incluindo o período para as inscrições (de 11 a 22 de maio) e a realização das provas impressas do exame, previstas para os dias 1º e 8 de novembro deste ano.</p>
<p>Uma decisão liminar (isto é, provisória) da Justiça Federal de São Paulo chegou a determinar que o calendário do Enem fosse alterado para ser adequado à realidade do ano letivo de 2020 após a pandemia do novo coronavírus. A decisão, no entanto, foi derrubada pelo TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que acatou um recurso do governo.</p>
<p>Em meio às decisões da Justiça, as únicas alterações realizadas pelo Inep dizem respeito à aplicação do Enem digital e à isenção da taxa de inscrição.</p>
<p>A prova digital, que antes seria aplicada em outubro, agora será realizada nos dias 22 e 29 de novembro. Haverá um esquema piloto para apenas 100 mil candidatos. No ano passado, o Enem teve cerca de 4 milhões de participantes.</p>
<p>O Inep também promete conceder a gratuidade da taxa de inscrição -que neste ano é de R$ 85— para todos os candidatos que cumprirem os requisitos necessários, como ser aluno de escola pública ou de família de baixa renda, mesmo que eles não tenham realizado o pedido formal da isenção pela internet. O prazo para solicitar a isenção foi encerrado em abril, quando as aulas já estavam suspensas e os alunos não tinham mais contato com a rotina escolar.</p>
<h3>Críticas à manutenção do exame</h3>
<p>As principais críticas à manutenção do cronograma do Enem dizem respeito à desigualdade no acesso à educação durante o período da pandemia e a suspensão das aulas presenciais.</p>
<p>Na Câmara, um grupo de deputados da oposição pede que um projeto que suspende o edital do Enem 2020 passe a tramitar em regime de urgência.</p>
<p>A reitoria da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) assinou um documento junto a outras 10 instituições de ensino do estado do Rio de Janeiro para pedir que o MEC (Ministério da Educação) adie o calendário do Enem. Maior universidade federal do país, a UFRJ usa os resultados do Enem como principal porta de entrada para 9.500 vagas ofertadas anualmente.</p>
<p>No documento, os reitores afirmam que &#8220;milhões&#8221; dos estudantes brasileiros &#8220;não têm acesso à tecnologia ou à internet, o que impede ações pedagógicas similares ao cotidiano escolar com aulas presenciais&#8221;.</p>
<p>O texto diz ainda que países como China, Estados Unidos, França e Inglaterra adiaram seus exames nacionais para acesso ao ensino superior por &#8220;acreditarem ser a decisão mais legítima e democrática a ser tomada neste momento pandêmico&#8221;.</p>
<p>Responsáveis pelas redes estaduais de ensino, secretários de educação defendem ser necessário aguardar o fim do ciclo da pandemia e também da suspensão das aulas para que sejam definidas as datas do Enem 2020.</p>
<p>&#8220;Mesmo considerando as soluções e ferramentas que estão sendo implantadas nas redes privadas e públicas para minimizar as perdas do período de suspensão das aulas presenciais, elas não chegarão para todos os estudantes brasileiros, especialmente os mais carentes&#8221;, diz uma nota publicada pelo Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação).</p>
<p>Em entrevista concedida ao <strong>UOL</strong> em abril, o presidente do Inep, Alexandre Lopes, defendeu a manutenção do calendário do exame e afirmou que &#8220;o maior prejuízo para a sociedade é não ter essa política pública que é o Enem&#8221;.</p>
<p>Segundo ele, caso regras sanitárias sejam decretadas pelo Ministério da Saúde para a realização do exame, elas serão acatadas.</p>
<p>Fonte: UOL</p>
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		<title>Cursos a distância superam presenciais em nota máxima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 12:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O percentual de cursos de ensino a distância (EAD) com nota máxima superou o de presenciais em avaliação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que mede a qualidade do ensino superior. Os dados são do indicador ao Conceito Preliminar de Curso (CPC), referentes a 2018, e foram divulgados hoje pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O percentual de cursos de ensino a distância (EAD) com nota máxima superou o de presenciais em avaliação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que mede a qualidade do ensino superior.</p>
<p>Os dados são do indicador ao Conceito Preliminar de Curso (CPC), referentes a 2018, e foram divulgados hoje pelo Inep, vinculado ao Ministério da Educação (MEC).</p>
<p>Ao todo, 2,7% dos cursos EAD obtiveram conceito 5, enquanto apenas 1,6% dos presenciais alcançaram o mesmo patamar. O CPC classifica os cursos em uma escala de 1 a 5. O conceito 3 reúne a maior parte dos cursos. Aqueles que tiveram um desempenho menor que a maioria recebem conceitos 1 ou 2. Já os que tiveram desempenho superior à maioria recebem 4 ou 5.</p>
<p>Ainda considerando as modalidades de ensino, mais cursos distância (94,5%) obtiveram conceito superior a 3: 94,5%. Entre os cursos presenciais, 86,7% obtiveram conceitos entre 3 e 5. Na relação de cursos com pior desempenho, o CPC 2018 apurou uma maior participação da modalidade presencial. Enquanto 0,4% de cursos presenciais conseguiram conceito 1, o percentual do EAD foi de 0%. Já os cursos com nota 2 representam 5,5% na modalidade EAD e 9,5% entre os presenciais.</p>
<p><strong>Desempenho geral</strong></p>
<p>Em 2018, apenas 1,7% dos cursos avaliados (entre presenciais e EAD) ficaram com conceito máximo. Outros 31,7% obtiveram conceito 4. A maioria dos cursos, 56,6%, obteve conceito 3; 9,5% obtiveram conceito 2 e 0,4%, conceito 1, o menor na escala de qualidade.</p>
<p>No total, 8.520 cursos tiveram o Conceito Preliminar de Curso (CPC) em 2018. O CPC é calculado a partir da nota dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade); do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Esperado e Observado (IDD), que mede o quanto o curso de graduação agregou ao desenvolvimento do estudante; do perfil dos professores, que leva em consideração o regime de trabalho e a titulação; e do questionário aplicado aos estudantes sobre as percepções do processo formativo.</p>
<p>A cada ano um grupo diferente de cursos é avaliado. Em 2018, foram analisadas as seguintes áreas com cursos de bacharelado: administração, administração pública, ciências contábeis, ciências econômicas, design, direito, jornalismo, psicologia, publicidade e propaganda, relações internacionais, secretariado executivo, serviço social, teologia e turismo.</p>
<p>Também foram analisados cursos superiores na área de comércio exterior, design de interiores, design de moda, design gráfico, gastronomia, gestão comercial, gestão da qualidade, gestão de recursos humanos, gestão financeira, gestão pública, logística, tecnologia em marketing e processos gerenciais. Os conceitos de cada curso podem ser acessados no site do Inep.</p>
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		<title>China tem volta às aulas do ensino médio com fortes medidas de segurança e medo do coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 12:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os estudantes do ensino médio de Pequim e Xangai voltaram às aulas nesta segunda-feira (27), após quatro meses de férias devido à pandemia de coronavírus. O objetivo é prepará-los para o concorrido vestibular, chamado de &#8220;gaokao&#8221;. Para isso, o país adotou medidas de segurança, com máscaras, desinfecção de áreas e controles de temperatura, segundo a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudantes do ensino médio de Pequim e Xangai voltaram às aulas nesta segunda-feira (27), após quatro meses de férias devido à pandemia de coronavírus. O objetivo é prepará-los para o concorrido vestibular, chamado de &#8220;gaokao&#8221;.</p>
<p>Para isso, o país adotou medidas de segurança, com máscaras, desinfecção de áreas e controles de temperatura, segundo a agência France Presse. A maioria das escolas de ensino fundamental e universidades da China ainda está fechada.</p>
<p>O país é o epicentro do novo coronavírus. A Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu o primeiro alerta da doença em 31 de dezembro de 2019, depois que autoridades chinesas notificaram casos de uma misteriosa pneumonia na cidade de Wuhan.</p>
<p>Quatro meses depois, o país registra 83,9 mil casos da doença e 4,6 mil mortes, de acordo com o balanço da universidade americana Johns Hopkins, com dados até as 10h15 desta segunda-feira.</p>
<p>Agora, teme uma segunda onda de contaminação com os casos &#8220;importados&#8221;, principalmente de chineses que retornam ao país.</p>
<p><strong>Retorno às aulas</strong></p>
<p>No fim de janeiro, a China fechou todas as suas escolas, antes das comemorações do Ano Novo Lunar. Desde então, as aulas eram on-line.</p>
<p>As províncias pouco povoadas de Qinghai (noroeste) e Guizhou (sudoeste) foram as primeiras a organizar progressivamente o retorno às aulas, em março.</p>
<p>A data da prova para entrada nas universidades foi adiada por um mês, para o início de julho, devido à pandemia.</p>
<p>No Brasil, o governo manteve o cronograma da prova impressa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcada para 1º e 8 de novembro. A Defensoria Pública da União (DPU) entrou com uma ação cível pedindo uma nova data, porque as aulas estão suspensas. A prova digital foi adiada de 11 e 18 de outubro para 22 e 29 de novembro.</p>
<p><strong>Sem abraços</strong></p>
<p>&#8220;Estou feliz, fazia muito tempo que não via meus colegas de classe&#8221;, diz Hang Huan, 18 anos, sorrindo em frente à escola Chenjinglun, no leste da capital chinesa.</p>
<p>&#8220;Sentia muita falta deles&#8221;, conta à France Presse usando uma máscara e a roupa esportiva que serve como uniforme.</p>
<p>Para manter a distância, o retorno às aulas é feito em pequenos grupos e &#8220;sem abraços&#8221;, lamenta Xiao Shuhan, um garoto de roupa esportiva branca e camiseta preta.</p>
<p>Os alunos precisam passar por uma tenda de desinfecção, com funcionários vestidos com roupas de proteção completas.</p>
<p>&#8220;Trouxe máscaras dentro de sacos de lixo e desinfetante&#8221;, explica Meng Xianghao, estudante que voltou a pegar o metrô nesta segunda-feira depois de meses.</p>
<p>Segundo o Ministério da Educação chinês, todos os estudantes do país precisam ter sua temperatura corporal verificada.</p>
<p>Nas imagens publicadas pelo Jornal de Pequim, os alunos aparecem sentados separados e usam máscara.</p>
<p>Na rede social Weibo, um vídeo gravado em Hanghzou (leste) mostra estudantes com chapéus estranhos com antenas que, teoricamente, servem para respeitar a distância de um metro de seus colegas.</p>
<p><strong>Motivação para estudar</strong></p>
<p>Em Xangai, alguns institutos criaram salas especiais para isolar estudantes com &#8220;temperaturas anormais&#8221;, diz o Ministério.</p>
<p>Na escola particular de Huayu, no centro da maior cidade da China, os estudantes mantêm distância, e todos usam máscara, segundo jornalistas da AFP.</p>
<p>Adicionado ao clima especial de volta às aulas, há a ansiedade de uma longa ausência nas aulas e a pressão do &#8220;gaokao&#8221;, o vestibular.</p>
<p>Em casa, &#8220;você tinha que se motivar para estudar&#8221;, diz Wang Yuchen, um estudante de 17 anos.</p>
<p>No sábado, o Ministério da Saúde recomendou limitar as aulas on-line a 2h30 por dia para proteger a visão dos mais jovens, &#8220;e não mais do que 20 minutos seguidos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Em casa, era difícil ficar no computador o dia todo e não era bom para aprender&#8221;, comenta Hang Huan.</p>
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		<title>Nova York decide manter escolas fechadas pelo resto do ano letivo, em meio à expansão de casos de coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moderna Educacional]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 17:32:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito da cidade de Nova York, Bill de Blasio, afirmou neste sábado (11) que as escolas públicas municipais permanecerão fechadas pelo resto do ano letivo, enquanto a cidade enfrenta o surto do novo coronavírus, segundo a agência de notícias Reuters. O ano letivo nos EUA é diferente do Brasil: lá, ele termina entre maio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prefeito da cidade de Nova York, Bill de Blasio, afirmou neste sábado (11) que as escolas públicas municipais permanecerão fechadas pelo resto do ano letivo, enquanto a cidade enfrenta o surto do novo coronavírus, segundo a agência de notícias Reuters.</p>
<p>O ano letivo nos EUA é diferente do Brasil: lá, ele termina entre maio e junho, quando começam as férias de verão. No Brasil, geralmente termina em dezembro. Este ano, o presidente Jair Bolsonaro suspendeu a obrigatoriedade de dias mínimos do ano letivo, mas manteve a carga horária mínima para aprendizagem.</p>
<p>De Blasio ordenou que as escolas públicas fechassem no início de 16 de março para conter a propagação da doença, com o objetivo inicial de reabrir em 20 de abril. Mas, segundo o prefeito, logo ficou claro que o objetivo da data era irrealista, pois a cidade se tornou o epicentro do coronavírus dos EUA.</p>
<p><strong>Coronavírus nos EUA</strong><br />
Com 500.399, os Estados Unidos chegaram a mais de meio milhão de casos de coronavírus nesta sexta-feira (10) e também estão prestes a se tornar o país com mais mortes causadas pela Covid-19 em todo o mundo.</p>
<p>Segundo a universidade Johns Hopkins, já foram registrados 18.693 óbitos no país, apenas 156 a menos do que a Itália.</p>
<p>As escolas do Brasil em meio à pandemia<br />
As escolas do Brasil não vão precisar cumprir o mínimo de dias letivos este ano, mas deverão manter a carga horária mínima para aprendizagem. Uma medida provisória publicada em 1º de abril oficializou o que as instituições de ensino já sabiam: não haverá tempo para retomar as aulas perdidas devido ao isolamento social.</p>
<p>Para tentar manter o ensino em tempos de pandemia, as redes públicas estaduais estão adotando plataformas online e aulas na TV aberta para levar conteúdo aos estudantes. O avanço nas ferramentas de educação deverá permanecer e complementar a aprendizagem após o fim da pandemia.</p>
<p>&#8220;Não há dúvidas de que haverá perdas na aprendizagem, se comparado ao período normal, sem pandemia. Mas cabe o compromisso a cada secretaria de educação de pensar nesse retorno dos estudantes para resgatar o que foi perdido&#8221;, afirma Cecilia Motta, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e secretária de educação do Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>MEC flexibiliza antecipação de formatura em áreas da saúde e exclui atuação &#8216;exclusivamente&#8217; no combate à pandemia</title>
		<link>https://modernaeducacional.com/2020/04/13/mec-flexibiliza-antecipacao-de-formatura-em-areas-da-saude-e-exclui-atuacao-exclusivamente-no-combate-a-pandemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Moderna Educacional]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 17:31:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação (MEC) flexibilizou as regras para antecipar a formatura de estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia da rede federal de ensino e retirou a necessidade de que eles atuassem &#8220;exclusivamente&#8221; no combate à pandemia da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. O texto não inclui a rede privada. A nova portaria, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) flexibilizou as regras para antecipar a formatura de estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia da rede federal de ensino e retirou a necessidade de que eles atuassem &#8220;exclusivamente&#8221; no combate à pandemia da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. O texto não inclui a rede privada.</p>
<p>A nova portaria, publicada nesta segunda-feira (13), revoga a de 3 de abril, publicada há uma semana. O documento atual mantém a autorização de antecipar a formatura para estas áreas, desde que cumprida 75% da carga horária prevista para o internato médico ou estágio supervisionado.</p>
<p>O texto exclui os trechos que validavam a carga horária como estágio obrigatório; a emissão de certificado de participação, com a inscrição das horas praticadas; e a bonificação de 10% na nota final de processo de seleção em residência médica para quem atuasse no combate à pandemia.</p>
<p>De acordo com o MEC, ao desvincular a antecipação da formatura para estudantes atuarem &#8220;exclusivamente&#8221; nas ações de combate à pandemia, as novas regras trazem &#8220;maior liberdade de escolha&#8221;. A alteração foi feita em conjunto com o Ministério da Saúde. &#8220;Resolvemos, em conjunto, simplificar a portaria, para facilitar o entendimento por parte dos estudantes e a implementação pelas instituições de ensino&#8221;, disse o diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde do MEC, Sérgio Henrique S. Santos, em nota divulgada no site do ministério.</p>
<p><strong>Enfermeiros em exaustão</strong></p>
<p>O Conselho Federal de Enfermagem informou ser contrário aos &#8220;enfermeiros atuarem como supervisores de alunos do último ano dos cursos&#8221; dado o cenário de colapso das unidades de saúde.</p>
<p>&#8220;Estamos em vias de ver nossas unidades de saúde colapsarem, e os profissionais de Enfermagem, que respondem por 60% do total dos recursos humanos em saúde no Brasil, entrarem em completa exaustão física e mental pelo excesso de trabalho que estão a enfrentar diuturnamente&#8221;, diz a nota.</p>
<p>O documento cita que a supervisão dos estagiários deve ser feita por professores e alerta para o risco de exposição dos estudantes dada a escassez de insumos e Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs). Segundo o Cofen, desde 13 de março já foram encaminhadas mais de 3,5 mil denúncias referentes à escassez, ausência ou inadequação EPIs em unidades de saúde.</p>
<p><strong>Menos dias letivos, mesma carga horária</strong></p>
<p>No início de abril, o presidente Jair Bolsonaro assinou uma medida provisória que suspende a obrigatoriedade de escolas e universidades cumprirem a quantidade mínima de dias letivos neste ano e manteve a obrigatoriedade da carga horária mínima.</p>
<p>Atualmente, a legislação determina que a carga horária anual deve ser de pelo menos 800 horas para os ensinos fundamental e médio, distribuídas em pelo menos 200 dias letivos. No caso do ensino superior, o ano letivo mínimo também é de 200 dias.</p>
<p><strong>Cadastro de estudantes</strong></p>
<p>Também no início de abril, o MEC abriu um cadastro para que estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia atuassem no combate ao coronavírus. A inscrição pode ser feita no endereço eletrônico <a href="http://sgtes.unasus.gov.br/apoiasus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://sgtes.unasus.gov.br/apoiasus/</a></p>
<p>Os selecionados receberão uma bolsa de um salário mínimo, para estágios de 40 horas, e meio salário mínimo, para estágios de 20 horas. Os selecionados vão atuar em estabelecimentos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>MEC abre cadastro para estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia atuarem no combate ao coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moderna Educacional]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 17:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação (MEC) está com o cadastro aberto para que estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia atuem no combate ao coronavírus. A inscrição poderá ser feita no endereço eletrônico http://sgtes.unasus.gov.br/apoiasus/. Os selecionados receberão uma bolsa de um salário mínimo, para estágios de 40 horas, e meio salário mínimo, para estágios de 20 horas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) está com o cadastro aberto para que estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia atuem no combate ao coronavírus. A inscrição poderá ser feita no endereço eletrônico <a href="http://sgtes.unasus.gov.br/apoiasus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://sgtes.unasus.gov.br/apoiasus/</a>.</p>
<p>Os selecionados receberão uma bolsa de um salário mínimo, para estágios de 40 horas, e meio salário mínimo, para estágios de 20 horas. Os selecionados vão atuar em estabelecimentos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>O estudante convocado receberá um email e terá até 48 horas para se apresentar no estabelecimento de saúde indicado. Segundo o MEC, &#8220;os estudantes também poderão atuar nas áreas de clínica médica, pediatria e saúde coletiva, de acordo com as especificidades de cada curso.&#8221;</p>
<p>Os estudantes de medicina interessados deverão estar cursando o 5º ou 6º ano de curso. O cadastro de alunos de enfermagem, farmácia e fisioterapia está aberto para estudantes do último ano do curso.</p>
<p>Segundo o MEC, &#8220;a medida tem o objetivo de fortalecer o enfrentamento ao novo coronavírus com o apoio excepcional e temporário dos alunos da área de saúde&#8221;.</p>
<p><strong>Convocação de profissionais da saúde</strong></p>
<p>O Ministério da Saúde convocou, nesta quinta-feira (2), profissionais de 14 categorias da área da saúde para realizar capacitação, em caráter emergencial, para trabalhar pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no combate ao novo coronavírus (Sars-Cov-2).</p>
<p>Entre eles, estão médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, profissionais de educação física e veterinários.</p>
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		<title>SP lança canal de TV e aplicativo para aulas durante a quarentena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Moderna Educacional]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 17:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo de São Paulo anunciou hoje (03/04/2020) um aplicativo e uma programação de televisão com 10 horas de aulas ao vivo para alunos de Ensino Infantil, Fundamental e Médio estudarem durante a quarentena. Os estudantes de todo o Brasil terão acesso ao canal televisão, que funcionará em parceria com a TV Cultura. A plataforma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo de São Paulo anunciou hoje (03/04/2020) um aplicativo e uma programação de televisão com 10 horas de aulas ao vivo para alunos de Ensino Infantil, Fundamental e Médio estudarem durante a quarentena. Os estudantes de todo o Brasil terão acesso ao canal televisão, que funcionará em parceria com a TV Cultura. A plataforma de celular é exclusiva aos 3,5 milhões de alunos e professores que compõe a rede pública do Estado de São Paulo.</p>
<p>Houve uma parceria com as operadoras de telefonia e mesmo estudantes sem crédito no celular podem ter acesso aos vídeos. O serviço começa a operar na próxima semana. Por causa do governo do conteúdo fornecido por celular e televisão, a prefeitura de São Paulo antecipou o fim do recesso escolar para 9 de abril. A Secretaria estadual de Educação optou por lançar o serviço antes do retorno do período letivo para candidatos ao Enem terem material para estudar.</p>
<p><strong>Como funciona o aplicativo e o canal de TV</strong></p>
<p>O aplicativo tem um menu que o aluno pode escolher a matéria que deseja estudar e a série em que está matriculado. Ele vai acompanhar aulas ministradas ao vivo por professores que estão em São Paulo. Caso surja alguma dúvida, há um campo de chat online para enviar ao professor.</p>
<p>As aulas compõem 10 horas de programação ao vivo da televisão e serão exibidas também no aplicativo. O restante da grade será composto por material reprisado. Como se trata de serviço de TV aberta digital, ele estará acessível a todo o Brasil.</p>
<p>A Secretaria estadual de Educação informou que o serviço vai durar durante todo o período de quarentena imposto pelo governo de São Paulo por causa da Covid-19.</p>
<p>Fonte: UOL</p>
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		<title>Governo prorroga prazo para validação e formalização do Fies</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 13:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou por 30 dias o prazo para validação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), a ser feita pelas Comissões Permanentes de Supervisão e Acompanhamento do Fies (CPSAs). Foi também prorrogado pelo mesmo período o prazo para formalização do financiamento estudantil junto ao agente financeiro, referente às inscrições [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou por 30 dias o prazo para validação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), a ser feita pelas Comissões Permanentes de Supervisão e Acompanhamento do Fies (CPSAs).</p>
<p>Foi também prorrogado pelo mesmo período o prazo para formalização do financiamento estudantil junto ao agente financeiro, referente às inscrições do primeiro semestre de 2020 que estão vencidas até esta data. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União de hoje (23).</p>
<p>A CPSA é a comissão responsável por validar as informações prestadas pelo estudante no ato da inscrição, bem como dar início ao processo de aditamento de renovação dos contratos de financiamento.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Educação (MEC), cada local de oferta de cursos da instituição de ensino participante do Fies deverá constituir uma CPSA, composta por cinco membros: dois representantes da instituição de ensino, dois representantes da entidade máxima de representação estudantil da instituição de ensino e um do corpo docente da instituição de ensino.</p>
<p><strong>Fies e P-Fies</strong></p>
<p>Destinado a financiar cursos superiores em universidades privadas para estudantes de baixa renda, o Fies tem a previsão de ofertar, em 2020, 100 mil vagas. As inscrições são feitas por meio do site do programa, a partir de um cadastro vinculado ao Cadastro de Pessoas Físicas &#8211; CPF.</p>
<p>Há duas modalidades de financiamento no atual modelo do Fies, que possibilitam juro zero a quem mais precisa e uma escala que varia conforme a renda familiar do candidato.</p>
<p>A oferta de vagas a juro zero é destinada a estudantes com renda familiar per capita mensal de até três salários mínimos, que tenham realizado qualquer edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desde 2010 e obtido pelo menos 450 pontos de nota média. O candidato não pode ter tirado zero na redação.</p>
<p>A outra modalidade, denominada P-Fies, é destinada a estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos. Nesse caso, as condições do financiamento são negociadas com algum agente financeiro que fica responsável pelo contrato.</p>
<p>Para se inscrever no P-Fies, o estudante ainda precisa atender aos mesmos critérios do Fies juro zero: nota mínima de 450 pontos nas provas do Enem e não ter zerado a redação. Pelo calendário do MEC, o resultado da primeira pré-seleção do Fies será divulgado em 26 de fevereiro.</p>
<p>Fonte: UOL</p>
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		<title>Coronavírus: USP limita acesso nos campi de São Carlos e proíbe a entrada do público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Valtuille]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 13:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Universidade de São Paulo (USP) irá restringir e controlar o acesso aos dois campi de São Carlos, a partir de terça-feira (24), por conta da pandemia de coronavírus. Será permitida a entrada somente de pessoas vinculadas à universidade e devidamente identificadas, além de prestadores de serviços autorizados. O acesso só será possível nos dias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de São Paulo (USP) irá restringir e controlar o acesso aos dois campi de São Carlos, a partir de terça-feira (24), por conta da pandemia de coronavírus.</p>
<p>Será permitida a entrada somente de pessoas vinculadas à universidade e devidamente identificadas, além de prestadores de serviços autorizados. O acesso só será possível nos dias úteis, das 5h às 20h. O acesso do público está vetado.</p>
<p>Segundo a assessoria de imprensa da universidade, a decisão foi tomada em função da pandemia da Covid-19 e de acordo com as recomendações das autoridades sanitárias</p>
<p>O acesso para pedestres e ciclistas pela Avenida Dr. Carlos Botelho (campus 1) e o acesso de veículos pelo portão próximo ao Centro de Convenções (campus 2) permanecerão fechados.</p>
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